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Enfrentamento das Hepatites Virais e suas formas evolutivas é favorecido por parcerias entre serviços de saúde e sociedade civil

Devido alguns comentários no face sobre uma comparação de nossa atividade de testagem, mesmo que elogiosa à nós, é pertinente esclarecermos que o resultado exitoso é estimulado por parcerias bem estabelecidas.

O programa de Santos mantém o CTA, que é o Centro de Testagem e Aconselhamento, com acesso gratuito e anonimo para quem desejar realizar o teste para Hepatite C e outros agravos como Hepatite B, HIV, Sífilis e etc. O Grupo Esperança, com seu Corpo de Voluntários realiza essa ação “extra muros”, ou seja, em locais mais distantes do serviço público, levando a oportunidade do teste de triagem, bem como orientando à prevenção mais próximo da população. A SMS através do seu serviço especializado acolhe os pacientes que eventualmente detectamos, fechando o diagnóstico, tratando e monitorando. O tratamento medicamentoso, que felizmente não tem tido falta é disponibilizado pelo SUS, adquirido pelo MS e distribuído pela SES SP, e aqui na Baixada Santista, dispensado pelo AME/DRS 4.


Com esse alinhamento das interfaces envolvidas – sociedade civil e serviços de saúde especializados pactuados entre as 3 esferas, e ainda com a ciência tendo recentemente descoberto medicamentos seguros e com excelente eficácia e o Protocolo permitindo o tratamento para todos os tipos de Hepatite C crônica, a enfermidade vive hoje um momento bem mais favorável que um passado bem recente.


O desafio agora é estabelecer estratégias para que as pessoas, principalmente os acima de 40 anos façam o teste das Hepatites C e B por serem assintomáticas mas que apresentam graves formas evolutivas.
Outro desafio importante é estabelecer nos serviços uma linha de cuidados para os pacientes, mesmo os que já através dos tratamentos não mais estão com a atividade do vírus, porém são cirróticos e necessitam atenção no acompanhamento clinico.


Vale também um alerta para os renais crônicos, principalmente os que fazem hemodiálise, para que façam o teste periodicamente, em espaços de no máximo 6 meses, pois estudos apontam 3,3% de prevalência da Hepatite C contra 0,7% na população em geral.

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